Em 13 de maio, comemoraremos mais um “Dia das Mães”: data exclusiva e oportuna para reconhecermos e celebrarmos o dom da maternidade, reafirmando o quão guerreiras elas são por estarem ao nosso lado, protegendo-nos e guiando-nos ao caminho do bem.

Para o início das homenagens às nossas heroínas, o Congresso Nacional promoverá sessão solene na terça-feira (8/5), às 11h, sobretudo para comemorar os 100 anos do Dia das Mães no Brasil e para parabenizar a ACM, por ter trazido a data ao País. O requerimento é da senadora Ana Amélia (PP-RS) em conjunto com o deputado Vitor Lippi (PSDB-SP). A Secretária-Geral da ACM / YMCA São Paulo, sra. Marísia Donatelli, confirmou presença e será uma das profissionais convidadas a representar o Movimento Acemista e prestigiar o reconhecimento à coirmã de Porto Alegre. Todos os detalhes aqui: homenagem no Congresso.

HISTÓRIA

O Dia das Mães chegou ao País por intermédio da Associação Cristã de Moços, em 1918, na cidade de Porto Alegre. Um ano depois, também por iniciativa da ACM, a comemoração foi levada ao Rio de Janeiro e logo depois para São Paulo.

No mundo, o Dia começou a ser comemorado um pouquinho antes, em 1914, quando foi oficializado e incluído no calendário dos Estados Unidos, pelo então presidente Woodrow Wilson. Entretanto, sua origem remonta à biografia da norte-americana Anna M. Jarvis, que, após perder sua mãe, em 1905, decidiu fazer uma celebração particular com alguns amigos, em 1908, para homenageá-la. Depois dessa cerimônia, Anna percebeu que a homenagem deveria se estender a todas as mães. E foi exatamente o que ocorreu.

Com essa iniciativa, houve a expansão da comemoração pelo mundo afora, inclusive em terras brasileiras, há um século, como exposto, graças à iniciativa da ACM Rio Grande do Sul – Porto Alegre, e sendo agregada ao calendário oficial brasileiro em 1932, pelo então presidente Getúlio Vargas.

OS CRAVOS

A primeira comemoração do Dia das Mães, ocorrida nos Estados Unidos, era prestada de forma delicada, pelo simbolismo de dois cravos: vermelho e branco. Essa simbologia também foi adotada nas primeiras celebrações no Brasil. O cravo vermelho seria usado na lapela, pelos filhos cujas mães estivessem vivas, ao passo que os órfãos se apresentariam usando um cravo branco.