Dia Internacional do Voluntário

Dia Internacional do Voluntário

“Ser voluntário é servir ao próximo e ser desprendido de vaidades que direcionem o ser humano ao individualismo”. E é exatamente com essa visão que atuam os mais de 1.260 voluntários da ACM / YMCA São Paulo e os mais de 919 mil das demais ACMs espalhadas em 120 países, em mais de 175 anos de existência do Movimento.

A história acemista registra e atesta o que é ser e atuar como um voluntário, uma vez que a Associação Cristã de Moços (ACM) foi idealizada por 12 pessoas – dentre elas sir. George Williams, seu fundador – as quais, ao observarem a realidade social precária de Londres, no período da Revolução Industrial, resolveram arregaçar as mangas para oferecer caminhos e alternativas aos jovens britânicos, concedendo-lhes uma vida mais digna. Eis aí a força do voluntariado em ação, cravada no dna da ACM desde 06 de junho de 1844 – data de sua fundação.

O voluntário acemista tem satisfação íntima de ajudar, de servir ao seu semelhante, de transformar e de ser útil à comunidade e à sociedade; ele atua em equipe, emprestando seu nome e prestígio, e doa parte do seu tempo, inteligência, experiência e liderança. Mas, apesar dessas características, é desafiador definir um perfil único, haja vista seus diferentes níveis de atuação dentro da ACM / YMCA São Paulo e da proposta de trabalho de cada grupo em que ele está inserido.

Nesse contexto, há dois grupos: um é formado por pessoas que concedem seu tempo e expertise em um projeto institucional específico, mas não estão vinculados, formalmente, à Instituição; e o outro, organizado por associados que atuam por meio de algumas áreas, conselhos, comissões e diretoria. Ambos, porém, têm o mesmo objetivo: desenvolver ações para que o ser humano tenha Alma forte, Corpo são e Mente pura.

Os voluntários acemistas começam desde cedo a se doar à ACM / YMCA São Paulo. As crianças se engajam nas atividades do curso de Pré-liderança; os jovens, dentro dos 11 Corpos de Líderes (CLs), são instigados a desenvolver sua liderança em trabalhos nas temporadas do Acampamento ACM, auxiliar os educadores em ações socioculturais e cristãs, entre outras. Já adultos, aqueles que se destacam e almejam continuar a seguir seu caminho na Instituição, têm a possibilidade de serem indicados a um Conselho de Unidade, Comissão Técnica e até mesmo à Diretoria. Mas tudo dependerá da expertise e identificação com a causa acemista do voluntário.

A intensidade do trabalho dos voluntários é perceptível quando nos deparamos com declarações como a da vice-presidente da ACM / YMCA São Paulo, sra. Maria José Volpe Arouca, que é voluntária: “Cada vez que você vê um jovem, como vários que vi na ACM, narrando tudo o que aprendeu e vivenciou dentro da Instituição, é impressionante. Não há o que pague isso. Por essa razão, ser voluntário é muito gratificante, e nosso trabalho vem surtindo efeito”.

Você encontra voluntários em diversas instâncias da ACM. Nas unidades esportivas, por exemplo, eles podem ser vistos em ação nas Comissões de Classes e de Pais, nos CLs, cursos de Pré-Liderança e em Conselhos das Unidades. E, na estrutura organizacional, na Diretoria e em Comissões como a de Comunicação e Marketing; Educação Física e Saúde (Programa Geral); Áreas Programáticas (Crianças, Jovens, Sociocultural, Masters e Missão Cristã), Desenvolvimento Social, nos Centros de Desenvolvimento Comunitário, entre outras.

Mas eles não estão sozinhos nessa empreitada, porque dentro da gestão das ACMs, no Movimento Acemista, há sempre duas forças atuantes: a voluntária e a profissional. Uma complementa a ação da outra, facilitando o desenvolvimento de projetos, programas e ações institucionais. Essa metodologia de trabalho começou a ser adotada no período de expansão da ACM pela Europa, em 1849, com a contratação do primeiro profissional remunerado: mr. T.H. Tarlton, então com 25 anos de idade. Sua contratação foi necessária para auxiliar George Williams e os demais voluntários, os quais precisavam de um colaborador que organizasse e respondesse às correspondências da Instituição.

Ainda com relação à união de esforços, há de se destacar um parceiro antigo da ACM: o Y’s Men International, um clube internacional de serviços, que atua com clubes específicos para apoiar as ACMs, investindo no atendimento, projetos e programas voltados às crianças, adolescentes e terceira idade. É um grupo essencialmente de voluntários que apoiam os trabalhos das unidades e os da comunidade em que elas estão inseridas. Sem a organização, o trabalho social desenvolvido pela ACM não teria a dimensão que possui atualmente.

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E você que procura se encontrar no voluntariado, fica aqui o convite para se unir à Família Acemista#VemPraACM

ACM, muito mais do que você imagina.
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