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Nós temos que ser felicidade!

Nós temos que ser felicidade!

Nós temos que ser felicidade! Concorda com a declaração? A ACM São Paulo convida você a ler a obra de um acemista escritor: Amadeo Vezzoni. Supreeenda-se!

Amadeo Vezzoni, 38 anos, é do tipo de pessoa eletrizante, que contagia a todos que estão ao seu redor. Curioso e sempre em busca de conhecimento, ele é um tanto quanto inquieto, e, numa primeira impressão, é daquelas pessoas que estão sempre à procura de atualização, inovação e motivação para si e para quem quer que esteja ao seu redor.

Tais descrições são confirmadas por sua ficha profissional e acadêmica: ator, modelo, paraquedista, publicitário, malabarista, palestrante, securitário, consultor de vendas, mentor de treinamentos, office-boy, não nessa ordem, claro, mas todas as atividades profissionais exercidas ou praticadas por ele, em algum momento de sua vida. Agora, atreve-se à carreira de escritor, tendo lançado, recentemente, seu primeiro livro “Amarrando os Sapatos”, disponível no site Clube de Autores.

Inspirado por sua mãe, a também escritora Edna Vezzoni, e com total apoio de sua esposa, Alessandra Vezzoni, Amadeo escreveu a obra durante os longos e difíceis primeiros meses da pandemia, e entrega aos seus leitores, numa linguagem fluida, direta e leve, em 63 páginas, como ser feliz e buscar a felicidade. Segundo ele, há um jeito de ser feliz e existe um caminho para isso. Esse, inclusive, é o assunto discorrido logo no primeiro capítulo.

Para o autor, que também é acemista frequentador da ACM Centro, o processo criativo veio à tona com o objetivo de ajudar as pessoas a raciocinarem, criarem e pensarem na felicidade, mostrando-as que há, sim, uma fórmula para a felicidade. “A gente cresce achando que a felicidade é o Sol e que a gente orbita ao redor dele, mas eu acredito que, na verdade, é o contrário. Nós temos que ser felicidade!”, eis um fragmento do livro que dá a tônica de todo sua escrita.

O título do livro “Amarrando os Sapatos” remete a uma técnica utilizada pelo autor em palestras ministradas por ele para exemplificar que até mesmo amarrar os sapatos é algo desafiador no início, quando estamos aprendendo, mas que com o passar do tempo se torna algo banal, como praticamente tudo na vida.

Ao final, o autor conduz o leitor à conclusão de que é possível ter uma vida melhor num estalar de dedos, acrescentando a mensagem de que não devemos desistir daquilo que sonhamos e queremos para nossas vidas. E é isso o que impacta significativamente em quem o lê.

Mas além do impacto no leitor, a obra nasceu também com o propósito de ajudar o próprio autor, uma vez que o livro foi redigido como se fosse um diário, o que contribuiu com a jornada de autoconhecimento de Amadeo, sobretudo durante a fase mais rigorosa da pandemia.

“No exato momento em que digito estas linhas, estamos vivendo uma severa epidemia no mundo, do vírus conhecido como Covid-19. […] A maioria dos países tem adotado medidas de isolamento e, nessas circunstâncias, é muito fácil pirar. O melhor a fazer é ocupar a mente […] começar a fazer 10 minutos de exercícios físicos por dia e ir aumentando […]”, eis mais um fragmento do livro.

E por falar em “fazer exercício físico”, Amadeo é um exemplo de uma vida ativa e saudável. Ele pratica, semanalmente, na ACM Centro, Futsal, Musculação, Natação e YHatha Yoga. Tais atividades o ajudam, inclusive, a oxigenar sua mente criativa para escrever cada vez mais. E a continuação do “Amarrando” já está em planejamento e, no livro dois, o escritor pretende aprofundar todos os conceitos utilizados no primeiro livro.

Parabéns, Amadeo!

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